Aprendendo a respirar
Ócio produtivo é a expressão certa pra descrever o que nos acontece em momentos que não sabemos bem se queremos ou não, se podemos ou não, enfim, quando a semiótica bate em nossos olhos e nós deciframos e perdemos a oportunidade de estabelecer o vínculo necessário para divulgar nossas interpretações do mundo.
Por partes, como só os mais célebres assassinos são capazes:
1 – Determinar se o ano foi aquilo que se desejava não tem parâmetros ou métodos de avaliação, só se percebe no final, quando está livre e pode olhar para trás tranqüilo e dizer: “Acabou, e eu fiz o meu melhor, pelo menos naquele momento”.
2 – Depois do esforço, vem a premiação, e ela vem aos poucos, surpreendendo, fazendo os sorrisos de uns e as lágrimas de outros, mas emocionando de uma maneira ou de outra.
3 – Escolher o que é melhor para si e para quem depende de você por algum motivo pode ser assustador, eu sei, mas outro ano vai passando, pessoas envelhecendo, decisões tomadas, arrependimentos chorados, papéis bem rasgados. Eu percebi e que não há sacrifício porque o preço está pago.
Acidentalmente aprendemos a respirar nas altas escaladas que o entendimento de nossas decisões dá.
Tipo, esses textos são By Talles? Nossa. Depois ainda não diz que é intelectual! Que massa, mew! Queria saber escrever assim! UAHUAHAUHAUA Bom, o ano de 2008 foi legal, e eu acho que fiz a coisa certa! (Só pra comentar algo de acordo com o post AUHAUHUAHA)
Ess blog eu conheceria de longe viu?:
só talles mesmo..NERD!
tu é o cara;D
Seu post tem a ver bastante com meu post anterior, sobre não ter pressa. Essa temática é sempre boa.
E o que mais fazemos fim de ano, a não ser esse tipo de retrospectiva? hehe
Obrigada pelo elogio!