Pretensão virou realidade

31 janeiro, 2010 Talles 1 comentário

Então que eu passei nos vestibulares da UFPB e da UFCG, ambos pra Direito. Foram três anos (ensino médio) da minha vida me dedicando a esses vestibulares. Agora vão ser cinco anos da minha me dedicando à universidade. Não vou mais dizer que sou mais um aluno do terceiro ano com pretensões de ser bacharel em Direito. Pretensão virou realidade.

CategoriasEscola, Férias, Vida

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30 janeiro, 2010 Talles Deixe um comentário

Sem sentido, você descobre o quão só está, sem sentido, você percebe que aonde vai seu amor não vinga, não vale nada, não merece foco. Sem ser sentido, tudo o que você representa é jogado no lixo, você vira seu mundo de cabeça para baixo, você vira-mundo. Sem ser plenamente sentido você parou de ser há muito tempo, só não tinha percebido. Sem ser amado e plenamente sentido, o que você vive é uma quimera sem cor ou cinza ou sejá lá como a  tristeza se pinta. Sem precisar ser amado e plenamente sentido, você se descobre autossuficiente e dono de si mesmo, levanta cabeça, sorri e deslumbra das vitórias douradas que despontam como sol nascente de um mundo novo que já nasce se sentindo sem sentido, sem saber que os sentidos são da boca para fora. Sentidos não fazem o menor sentido.

CategoriasPoética

Um movimento, uma revolução

18 janeiro, 2010 Talles Deixe um comentário

Inquieto, o vanguarda responde aos de sua época com frieza, com desentimento, com rancor e um ódio que fere até mesmo seus ideais de vanguarda.  Sob a ótica de quem vive a frente de seu tempo, mas que vive pra seu tempo, pra mudá-lo, modificá-lo, isto é, torná-lo melhor, alguns são alienados, são fúteis, são dispensáveis, o que é puro erro do vanguarda. O erro é que a vida não é tão séria assim, aliás, o mundo não é tão sério assim. O mundo estava ocupado matando gente em terremoto, ocupado fazendo nascer gente bonita. Sem ter o que dizer, o mundo às vezes se cala mesmo, pra os vanguardas fazerem barulho chato, que incomoda muito. Mas tem uns protetores de ouvido que a gente usa e esquece, esquece…

CategoriasVida

Articulando

17 janeiro, 2010 Talles Deixe um comentário

Arte parece ser um dos conceitos mais difíceis de se elaborar. Aliás, objetivar algo tão subjetivo é um desafio incompleto. Podemos até dizer o que é arte e o porquê de ser arte, mas vamos encontrar diversos desacordos e ressalvas. Entender o que nos sensibiliza é crucial para o completo aproveimtaneto da arte a que somos expostos. A questão é que, dependendo do tipo de arte, a sensibilidade se torna mais necessária, mais significativa. No geral, creio que pessoas mais sesíveis se idetificam mais com música e com artes plásticas, aliás, apaixonar-se por essas duas vertentes exige uma percepção maior do que por filmes, por exemplo. Não que quem gosta de filmes não presta atenção suficiente, a questão é que o impacto de um filme, ou seja, o clímax é precedido por minutos longos de introdução e de desfecho. A captação da ideia se torna mais gradual, mas assimilável, o impacto se torna mais receptível. Já quando se vê uma pintura, toda a informação nos é passada em dois segundos ou menos. Podemos passar horas e horas analisando um quadro, mas o primeiro impacto durou dois segundos. Receber essa informação-foguete e assimilá-la necessita de uma entrega artítica maior. Mas claro que, como tudo ligado à arte, tudo o que escrevi está cheio de desacordos e ressalvas.

CategoriasEnsaios, Seriedades

2000inove has gone. 2000ideias has come.

17 janeiro, 2010 Talles Deixe um comentário

Dois mil e nove passou voando mesmo. Foi um ano difícil pra mim, não só por conta do vestibular, mas uma série de mtoivos que não convém eu ficar listando aqui. Mas já passou, como eud isse. E tá melhor assim mesmo, bem longe na memória. O que me tranquiliza foi o número de amigos, pessoas que viraram minha família de verdade.
Aprendi a ver as coisas em perspectiva, aprendi coisas sobre respeito, aprendi que ser surdo pode ser muito pior do que ser mudo, aprendi a tolerar, aprendi também que tem muita coisa que não vale a pena, que é melhor deixar de lado, superar.
Enfim, dois mil e dez vai ser muito melhor.

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